LAPPIS

_______________


Diversidade no V Seminário do Projeto Integralidade


Gaúchos, cearenses, mineiros, gente de todo o lugar, passou pelo Teatro Odylo Costa, filho, nos dois primeiros dias do evento, para assistir as mesas de debate, exposições de pôsteres e experiências em integralidade. O Grupo Hospitalar Conceição, por exemplo, disponibilizou um ônibus para trinta residentes saírem do Rio Grande do Sul em direção à Uerj. Para a organização do V Seminário, a participação de outros estados valida o evento, que pretendia garantir expressão à diversidade nacional. Uma das medidas para alcançar essa diversidade, foi a seleção regional de trabalhos para a II Roda de Experiências de Integralidade em Saúde.

Além da exposição de trabalhos, uma série de outros motivos fez com que participantes de outras localidades viessem ao Rio de Janeiro para debater saúde pública. A médica Bárbara Barreiros e a dentista Camila Funk, residentes do Posto de Saúde Nossa Senhora Aparecida (RS), estão aprovando o evento. Bárbara acredita que a integralidade pode mudar o seu trabalho no Rio Grande do Sul. Além disso, ela está aproveitando a oportunidade para formar um movimento nacional dos residentes. Camila diz que a integralidade também pode contribuir em outra iniciativa. “Estamos criando um conselho local de saúde e a integralidade pode nos auxiliar muito”, afirma a residente.

 

Camila (à esq.) e colegas de enfermagem da UFJF aprovam o V Seminário
 

Além da exposição de trabalhos, uma série de outros motivos fez com que participantes de outras localidades viessem ao Rio de Janeiro para debater saúde pública. A médica Bárbara Barreiros e a dentista Camila Funk, residentes do Posto de Saúde Nossa Senhora Aparecida (RS), estão aprovando o evento. Bárbara acredita que a integralidade pode mudar o seu trabalho no Rio Grande do Sul. Além disso, ela está aproveitando a oportunidade para formar um movimento nacional dos residentes. Camila diz que a integralidade também pode contribuir em outra iniciativa. “Estamos criando um conselho local de saúde e a integralidade pode nos auxiliar muito”, afirma a residente.

 

A idéia de aproveitar a grande concentração de pessoas preocupadas com a saúde coletiva para formar um movimento não é exclusiva dos gaúchos. A estudante de enfermagem Daniela Soares, de Divinópolis (MG), organizou uma reunião com estudantes de enfermagem. Daniela destaca que o seu objetivo é descobrir mais sobre integralidade para levá-la ao projeto Roda de Conversa, desenvolvido na UEMG (Universidade do Estado de Minas Gerais).

 

Camila Toledo, estudante de enfermagem da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), vem pela segunda vez ao seminário do Projeto Integralidade. Ela participa, em Minas Gerais, do projeto de pesquisa Discutindo a integralidade: os problemas de saúde da família. Segundo a estudante, saber mais sobre o tema Construção Social da Demanda é fundamental para sua futura atuação profissional. “ Pretendo trabalhar com atenção primária à saúde e nessa área temos que fazer um vínculo com a demanda, por isso tenho que aproveitar ao máximo do evento”, afirma.


[Boletin]